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O atendimento a pessoas com deficiência que necessitam de fisioterapia em Ponta Grossa tem sido realizado por associações e instituições privadas. O serviço oferecido no Sistema Único de Saúde da cidade não suporta todos os casos, gerando filas de espera e prazos de até três meses para novas consultas.

 Os tratamentos, que em sua maioria deveriam ser diários, são então realizados em entidades como a ADFPG (Associação dos Deficientes de Ponta Grossa), que conta com duas fisioterapeutas em tempo integral para atender aos seus associados.


Uma das profissionais da ADFPG, Amanda H. Ueque, explica a importância do tratamento contínuo e do oferecimento do serviço no local. “Todos que passam por aqui precisam de tratamento fisioterapêutico, alguns precisam muito e sem pausas. Trabalhando aqui todos os dias melhoramos a vida deles [associados] de pouco em pouco”, diz.


O associado-atleta da APEDEF (Associação Pontagrossense de Emancipação para Deficiente Físicos), Willian da Silva Mota conta que a prática de esporte exige ainda mais o acompanhamento contínuo de um fisioterapeuta. “Fazer o tratamento sempre irá ajudar na reabilitação e fortalecimento”.
 

Para o presidente da APEDEF, Alexandro de Paula, ter um fisioterapeuta na associação serviria para auxiliar os associados que dependem da saúde pública. “É um sonho que temos, um objetivo que pretendemos alcançar”, conta.

Segundo Alexandro, a única forma de oferecer o serviço fisioterapêutico na entidade é por contratação própria, possível apenas com corte de gastos.

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 Editorial: A prioridade das pessoas com deficiência é direito garantido, mas negligenciado