ama4-21-08-11Por ter nascido com os brônquios dilatados, Guilherme da Silva Costa, de 14 anos, precisou ficar internado no Hospital da Criança durante 33 dias em 2009. A deficiência no órgão de Guilherme faz com que ele tenha infecções diversas vezes durante o ano.

É um período bastante estressante quando isso acontece, segundo sua mãe, Ana Claudia da Silva.  Ela afirma que o trabalho da AMA ajuda a mudar esse quadro.

“Ás vezes as crianças estão lá nervosas e tristes, e eles brincam com elas e acabam nos contagiando também, mesmo sendo um momento em que estamos mais sensíveis”, garante.

Mesmo dois anos após o período de permanência de Guilherme no hospital, a equipe da Associação se preocupa com o seu bem-estar. Na época de sua internação, ele perdeu 16 quilos. Hoje, ele já recuperou um pouco, mas ainda está com baixo peso por causa das infecções e precisa de uma alimentação que o ajude a recuperar uma forma saudável.

Nesse aspecto, a mãe de Guilherme conta com o auxílio da AMA na compra de suplementos alimentares como o sustagem, por exemplo. A ajuda se estende à compra dos medicamentos, que são caros.

Ana Claudia conta que Guilherme está aguardando uma vaga na Santa Casa, para passar por uma cirurgia que irá ajudar na resolução de seu problema. Além desta operação, o garoto vai entrar na fila de transplante de pulmão.

Depois da realização destes procedimentos, será preciso fazer algumas alterações na casa em que vive, de modo que ela fique adaptada para a recuperação dele. Sua mãe afirma que os voluntários da AMA já garantiram apoio.

“Eles estão junto comigo na expectativa pela cirurgia dele. É um trabalho que realmente faz a diferença. Sempre estão vindo visitar ele e trazem bolo e frutas para que se alimente melhor”.
   
Todo o trabalho realizado pela AMA é voluntário, e a falta de recursos e doações para a entidade impede que mais famílias sejam auxiliadas de maneira constante. As atividades consistem na busca por doação de brinquedos, roupas, alimentos, manutenção dos itens que recebem, como limpeza dos brinquedos, as brincadeiras nos hospitais e visitas nas casas.

EDITORIAL: Ser solidário é preciso

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