Imprimir

Associação do Pai e Amigo do Deficiente Visual (APADEVI) oferece oficina de bijuteria para alunos. Alguns, inclusive, já pretendem abrir um negócio para ter renda própria.

 

A Lei de Cota surge durante os anos 90 e foi um importante passo para a inclusão dos deficientes no mercado de trabalho. Segundo a Lei, toda empresa, com mais de 100 funcionários, deve contratar funcionários com deficiência visual.

Hoje, na Agência do Trabalhador de Ponta Grossa, o banco de dados registra aproximadamente 100 pessoas, com deficiência, cadastradas a procura de emprego.

A oficina de bijuteria para alunos da APADEVI foi realizada com o objetivo de proporcionar uma possível fonte de renda aos alunos da instituição. "Queremos oferecer a capacitação profissional", afirma a assistente social da APADEVI, Regina Rosa. O curso é ofertado pelo SENAI.

Segundo Regina, as empresas estão apenas preocupadas em atender as cotas, porém não incluem o deficiente. Houve, inclusive, uma sugestão da assistente social para a sensibilização dos empresários. Para acolher o deficiente e não cumprir as cotas.

Após a oficina de bijuteria, a aluna da APADEVI, Rosemaria Amaral, pretende investir no negócio para conseguir um retorno financeiro. "Eu já conversei com a minha filha e nós queremos abrir um negócio. Ela vai começar vendendo na faculdade dela e depois vamos abrir um negócio".
um negócio".

Acessos: 1344