O documentário "Doze meses de resistência: A terra como horizonte de vida" será lançado oficialmente neste sábado, dia 08/07, às 18h, no Acampamento Maria Rosa Do Contestado (MST), em Castro.

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Apresentação

Tanto o Pré Assentameneto Emiliano Zapata quanto o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Ponta Grossa adotam o sistema de cultivo agroecológico como método de produção no município.

Ambos acreditam que o manejo é benéfico tanto para eles, quanto para a venda e consumo de terceiros. “Cuidamos do alimento, sem usar agrotóxico, pois queremos servir bem, por isso temos a nossa cooperativa”, aponta Antonio Ostrufk, presidente do Sindicato.

No Sindicato, as lutas para a criação da agricultura ecológica começaram em 1998, ainda sem nenhuma estrutura. Após anos, e com o aumento do manejo, em 2008 começou a ser feita sistematicamente.

A sede da cooperativa é, atualmente, responsável por administrar a venda dos produtos de 20 famílias de agricultores rurais para o comércio na cidade.

O Emiliano Zapata também tem produção baseada na visão agroecológica, e uma das iniciativas é a Rede Solidária, onde os interessados em consumir agroecológicos se inscrevem via internet.

A ideia surgiu em janeiro desse ano, e já atende mais de 30 consumidores. Os pedidos são realizados pelo email da rede, que faz entregas uma vez por semana, em três pontos da cidade.

“Temos como objetivo trazer um produto sem agrotóxico para a população e, além das verduras e legumes, produzimos queijos e grãos”, relata Célio Rodrigues, morador do Pré-Assentamento.

Próximo bloco: Pagar mais para consumir com maior qualidade e consciência

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