caracara-19-12-11A Associação de Moradores do Jardim Esperança voltou a ter uma diretoria em 2011. Mas, após quase um ano de mandato da nova gestão, moradores reclamam da atuação da chapa eleita. A entidade deve contribuir para a melhoria das condições do bairro.

Depois de anos sem gestão na Associação de Moradores, o Jardim Esperança voltou a ter uma representação oficial em 2011.

No começo deste ano, foram realizadas eleições para a diretoria da entidade. A presidente eleita, Marisa Silva, tomou providências para regularizar a situação da Associação de Moradores junto à União das Associações de Moradores de Ponta Grossa (UAMPG).

“Quando eu assumi a associação, a gente já tinha muitos problemas. É difícil convencer os moradores de que é preciso ter uma associação”, conta Marisa.
No entanto, nem todos os moradores concordam com a representatividade da nova gestão. Analice Aparecida Ferreira Nascimento diz que os eleitos fizeram pouco pelo bairro em quase um ano de atuação.

“Nem teve nenhuma reunião, eles não ouviram o que os moradores têm pra dizer e não fizeram nada de concreto”, reclama.

O Jardim Esperança tem diversos problemas estruturais, como a falta de asfalto, as más condições do espaço comunitário e, principalmente, a falta de regularização da documentação dos terrenos (confira, abaixo, matérias publicadas no Portal Comunitário).

A representatividade da Associação de Moradores deve ser uma importante peça para a resolução desses problemas.

Bronislaw Pateco, morador do Jardim Esperança há 14 anos, diz que seria muito bom para a vila se houvesse melhorias devido à ação da Associação de Moradores.

“A vila está numa situação bem precária, quando chove alaga tudo, não tem asfalto, nem a documentação dos terrenos a gente consegue”, conta.

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