Os moradores reclamam da rede de esgoto, que foi implantada no bairro há menos de um ano. O forte odor vindo dos bueiros, na rua Maximiliano Kicheski, vem causando grande desconforto às famílias. Antes da ligação da rede, as casas tinham fossas e o que deveria ser a solução para esse problema acabou se tornando outro.

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Por conta disso, uma das moradoras do bairro fez um baixo assinado dirigido aos órgãos da prefeitura e á Vigilância Sanitária, solicitando alguma providencia sobre a situação.

A iniciativa de fazer o documento foi do casal Tereza e Hélio Przybiovic, comerciantes residentes no bairro há mais de 13 anos. Eles coletaram mais de 60 assinaturas de moradores que reclamavam do cheiro desagradável.

Na mesma semana, órgãos da Prefeitura e da Vigilância Sanitária estiveram no local para analisar o poderia ser feito. Depois das obras feitas para amenizar o problema, os moradores continuam a reclamar do problema.

“Estamos sofrendo com isso, o cheiro parece estar dentro da casa da gente. Há vezes em que não conseguimos nem dormir de noite por causa do mal cheiro, principalmente em dia de chuva”, conta o aposentado Erondino Mendes Soares, 64 anos.

A mulher de Erondino, Roseli de Fátima Mendes Soares, de 51 anos, conta que tem grandes gastos com remédio por conta de uma doença respiratória que se agravou por causa da poluição do ar causada pelo esgoto.

“Meu médico disse que, enquanto tiver esse cheiro, eu terei a infecção no pulmão. Os remédios são caros e  ainda temos que arcar com o aumento do valor do talão de água. Antes pagávamos 30 reais e, depois da instalação do esgoto, passamos a pagar 75 reais”.

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