Os moradores do Leila Maria estão, há quase uma semana, com dificuldade para transitar pelas ruas do bairro. As vias da região estão repletas de buracos. O problema já existe há algum tempo. Porém, se agravou depois dos últimos dias chuvosos. Alguns moradores da rua Alcinda Santana Nunes não estão conseguindo sequer sair de carro para trabalhar.

Segundo a moradora Daiane de Quadros, o problema com as ruas do bairro já se arrasta por anos. Ela afirma que os próprios vizinhos já tentaram amenizar a situação para colocar manilha e nivelar as ruas de terra, mas não conseguiram resolver já que o bairro necessita de um sistema fluvial.

"No dia primeiro de março, nós gastamos mais de R$ 1 mil em máquinas para poder sair de casa. Agora, já estamos ilhados novamente. No entanto, ninguém mais tem dinheiro pra ajudar na vaquinha. A prefeitura vem, faz o cascalho, mas o sistema de escoamento da chuva nunca sai. "

Outra reclamação é que apenas parte da rua não possui problemas, o que coincide com o trecho onde está localizada a igreja do Pastor Ezequiel, vereador em Ponta Grossa, reeleito nas últimas eleições. De acordo com Daiane, por lá, a situação é bem diferente.

"A igreja do Pr. Ezequiel fica aqui na mesma rua. Até onde a igreja está localizada está tudo arrumado. Fizeram a fluvial, asfalto, creche e posto de saúde, tudo em volta dela. Já aqui, no final da rua, não fizeram nada. Nós não podemos nem sair de casa". De acordo com a moradora, vários protocolos já foram enviados para a prefeitura, pedindo que uma atitude fosse tomada, porém, nada foi feito.

"O que eles alegam é que são poucos moradores que dependem dessa rua e que tem outras obras mais importantes. Mas nós reclamamos há mais de 10 anos. O próprio Pr. Ezequiel sabe de toda a situação, mas ninguém faz nada.

Buscamos o parecer da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos a respeito da situação. Porém, até o fechamento desta matéria, a mesma não se posicionou.


O problema existe há mais de 10 anos e já deixou moradores sem poder sair de casa durante 5 dias. 

 


Os próprios moradores do bairro já tentaram resolver a situação, porém, sem sucesso. 

 

Salvar

Salvar

Salvar

Salvar