Falta de identificação nas covas e manutenção geral são apenas alguns dos problemas. A norma que regulamenta os cemitérios em Ponta Grossa é de 1956 e determina que haja um responsável em cada local, serviço público que não vem sendo prestado à comunidade.

Equipamentos de informática correm risco de serem sucateados pelo tempo. Por alguns meses foram utilizados, mas hoje se encontram abandonados a espera de técnicos que auxiliem na recuperação do sistema implantado.

Comunidade quilombola no Paraná, localizada na PR-151 (direção de Palmeiras-PR), acomoda população ainda distante de serviços básicos

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Distante 19 quilômetros do centro de Ponta Grossa, a Colônia Sutil foi perdendo pouco a pouco os traços que a ligavam com as raízes africanas. A área foi doada aos ex. escravos pela proprietária da Fazenda Santa Cruz, Maria Clara do Nascimento. O afastamento da área urbana deixou a comunidade isolada e restritiva em relação à sociedade.

Dos benzimentos ao cultivo da terra, pouco a pouco as tradições dos antepassados foram ficando para trás. Atualmente são poucas as marcas culturais que permanecem na comunidade. Segundo relato dos moradores, anteriormente a agricultura de subsistência era presente na Colônia. Aos poucos, com a perda da área para fazendeiros da região, os quilombolas abandonaram este hábito e passaram a trabalhar para os vizinhos russos.