O Portal Comunitário conversa com especialistas sobre a aplicação da medida socioeducativa e da justiça restaurativa

A Casa de Semiliberdade de Ponta Grossa atende adolescentes da cidade e da região dos Campos Gerais. Foto: Nathasja Rotter

A semiliberdade é uma medida socioeducativa aplicada a adolescentes que cometem atos infracionais. Prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ela pode ser utilizada como medida inicial ou intermediária entre o regime fechado e a liberdade assistida.

       

Cerca de 24 alunos fazem parte do grupo que planta e cuida das flores, da semeadura à venda.

A 6ª edição da Expo&Flor, em Ponta Grossa, terá venda de flores produzidas por alunos da educação profissional da Apae. Entre os dias 7 e 18 de setembro, professores e estudantes arrecadarão, com a venda, verba para manter o projeto de floricultura desenvolvido pela escola.

   A contação de histórias empolgou os alunos, que aproveitaram para contar, caracterizados com personagens, a história que mais gostavam.

A 12ª Mostra Cultural, que aconteceu nessa quarta-feira, dia 24, integrou a programação da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla. A atividade, promovida pela Apae de Ponta Grossa, também comemorou os 50 anos da escola. A Mostra trouxe para a comunidade trabalhos que vêm sendo realizados, ao longo deste ano, com os alunos. Em conjunto com professores, estudantes do ensino fundamental e técnico profissional puderam mostrar desenhos, brincadeiras e leituras que, até então, estavam só em sala de aula.

Cerca de 50 jovens estão em privação de liberdade para cumprimento de medidas socioeducativas, por estarem em conflito com a lei.

 

Ponta Grossa possui hoje cerca de 54 jovens em privação de liberdade, além dos que cumprem medidas socioeducativas em liberdade. O Portal Comunitário foi conhecer o sistema ponta-grossense de medidas socioeducativas aplicadas em casos de adolescentes em conflitos com a lei.

Uso abusivo de substâncias químicas por jovens entre 12 e 17 anos é tratado em comunidade terapêutica do Lagoa Dourada

Editorial: Dependentes do comodismo

A falta de recursos dificulta o trabalho da Comunidade Terapêutica

A terceira etapa do tratamento: a reinserção dos pacientes na sociedade

A dependência química é considerada uma doença crônica e é vista como um problema social. Em Ponta Grossa, mais de 100 adolescentes são internados por ano em centros de recuperação, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde. 


Financiado pelo MEC, programa traz a opção a pais e alunos de estudo em período integral.