Professor Kleber Cazzaro, coordenador do projeto Caminhos da Cidadania

Haitianos, que vieram para o Brasil na esperança de uma vida melhor, esbarram em dificuldades como a falta de domínio do idioma e de qualificação profissional. Projetos como o “Caminhos da Cidadania” têm se destacado no atendimento a migrantes e imigrantes. Essas iniciativas têm como objetivo a atenção a pessoas que estejam fixadas ou de passagem pela região dos Campos Gerais.

Através de relatos de famílias, o Portal Comunitário busca discutir o conceito de família tradicional e as novas configurações familiares

 O Relatório de Desenvolvimento Humano aponta para o aumento das novos  arranjos familiares

 

O Aloizio tem uma estatura e porte médio. É alto, moreno. Já foi cozinheiro, estudante de administração e até já trabalhou com plastificação de documentos. Mora com a bisavó e dois rottweilers no bairro Esplanada, em Ponta Grossa.

Associação voltada à luta pelos direitos LGBT é um dos titulares que tomam posse no mês de outubro

Marcia Rodrigues é a atual coordenadora do Flor de Lis e durante debates, representa a Associação. (Foto: Disponibilizada pela coordenadora)

O Conselho Permanente dos Direitos Humanos do Estado do Paraná (Coped) elegeu, no início deste mês, 16 entidades da sociedade civil para compor a gestão 2017-2019. Desse total, oito passam a atuar como titulares e o restante fica na condição de suplente. Entre as entidades titulares, está a Associação Flor de Lis LGBT. A cerimônia de posse da nova gestão do Coped acontece em outubro, em data que ainda será definida.

 

 Sistema carcerário de Ponta Grossa enfrenta problema de superlotação e de falta de agente penitenciário (Foto: Mariele Zanin)


Em Ponta Grossa, o número de vagas disponíveis não atende a demanda de espaço para abrigar a população carcerária. O problema é agravado pelo fato de que muitos presos aguardam, reclusos, o julgamento. A reincidência, pela ineficiência das políticas de reinserção, se junta ao fato de que a sanção da Lei de Drogas levou ao aumento do número de presos.

A moradia temporária para indígenas, que está situada próximo à avenida principal do bairro Uvaranas, está totalmente abandonada pelo poder público

A única moradia de passagem destinada ao povo indígena na cidade de Ponta Grossa enfrenta dificuldades há mais de três anos. Os principais problemas são a falta de segurança, que é porta de entrada para o vandalismo e a depredação do patrimônio.

Prefeitura de Ponta Grossa tenta se isentar da responsabilidade
Pessoas que vivem perto da Casa de Apoio ao Indígena estão amedrontadas