Integrantes de entidades sindicais e movimentos sociais de Ponta Grossa formaram, na última quinta-feira, dia 14, um espaço e fórum para expressar a solidariedade ao povo palestino. Desde o início dos ataques militares pelo governo israelense, em julho deste ano, já foram mortos mais de 1,8 mil moradores da Palestina, entre os quais cerca de 400 crianças.

Uma concentração pública na Praça Barão de Guaraúna, às 10 horas do próximo sábado (9/08), seguida de uma caminhada até o Parque Ambiental, marca atividade inédita de solidariedade com o povo palestino. O evento conta com apoio de entidades, movimentos sociais, sindicais e associações sem fins lucrativos do Paraná.

A Penitenciária Estadual de Ponta Grossa (PEPG) tem estrutura de qualidade, trabalha dentro da lotação máxima permitida e pratica ações de ressocialização. Já o Presídio Hildebrando de Souza trabalha com quatro vezes mais presos que a lotação máxima e não tem as mesmas condições estruturais e de trabalho.

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Em fevereiro, a PM de Ponta Grossa agrediu estudantes em um bar próximo ao campo de Uvaranas da UEPG e foi acusada de abuso de poder. O problema é nacional: 70% dos brasileiros dizem não confiar na instituição. Nesse contexto, pesquisadores apontam a desmilitarização como alternativa para diminuir os casos de agressão.

Após a Campanha da Fraternidade, Cáritas lança edital do Fundo de Solidariedade para entidades investirem em projetos sobre o tema. Os projetos enviados até 24 de maio serão analisados em 09 de junho. Uma segunda rodada de avaliação será realizada com os projetos enviados até 13 de agosto e uma terceira com aqueles que chegarem até 1º de novembro.

Fraternidade e Tráfico Humano: “É para a liberdade que Cristo nos libertou”{audio}http://www.portalcomunitario.jor.br/images/audio/2014/CF2014.mp3{/audio}

Grupos que já foram atendidos pela Campanha da Fraternidade