Ter uma cultura que difere da cultura dominante nem sempre é sinônimo de facilidade. O veganismo, para aqueles que praticam, é mais do que deixar de comer derivados de animais, é também uma escolha, um estilo de vida. Os vegetarianos hoje, somam um total de 4% da população, cerca de 7,6 milhões de pessoas, e dentro dessa porcentagem encontram-se os veganos.


O veganismo busca excluir todas as formas de exploração animal seja na alimentação, vestuário ou qualquer outra finalidade. Existem vários alimentos que podem estar na dieta vegana como arroz, feijão, legumes, hortaliças, castanhas e frutas. Mas encontrar restaurantes especializados, ou ainda lojas de roupas, sapatos e cosméticos que não utilizem exploração animal pode ser mais difícil que o esperado.

Poucos restaurantes tem alimentação voltada a esse estilo de vida na cidade, a solução é recorrer para as compras on-line. É possível encontrar em sites especializados alimentos como chocolates, queijos, café, manteiga e outros por preços que variam tanto quanto numa dieta onívora.

A dificuldade pode ser encontrada em outros locais como nas universidades e escolas. No Restaurante Universitário da UEPG a proteína de soja nem sempre está disponível no cardápio, o que restringe a alimentação de veganos e vegetarianos a arroz, feijão e salada. Nas escolas públicas, entretanto, não há nem mesmo essa preocupação e as refeições quando não possuem carne, são feitas com derivados de animais como leite e ovo.

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