altDe acordo com a auxiliar administrativa da entidade, a iniciativa ainda não tem o apoio do sindicato patronal. Aplicado em descontos ou para o pagamento integral de consultas gerais, o projeto se mostra como “um retorno para o próprio trabalhador”.

Além de cuidar dos direitos dos frentistas nas questões de contratos, salários e condições de trabalho, o sindicato da categoria também oferece convênios médicos que podem auxiliar em caso de acidentes no trabalho. De acordo com a auxiliar administrativa do Sintracomp, Kasue Takasugi, a iniciativa possibilita descontos em clínicas médicas.

“É uma forma de amenizar a carência do trabalhador”, afirma Kasue, lembrando que a medida ainda precisa de incentivo dos sindicatos patronais. Segundo ela, pela lei, eles deveriam ser os responsáveis por oferecer esses serviços.
    

“O sindicato [dos empregados] tem o papel de fazer valer principalmente a lei trabalhista. Hoje em dia o que acontece é que o sindicato é para essa defesa, não para a questão de convênios médicos, que existe na CLT e não é aceito no sindicato patronal”, diz a auxiliar.

Já os serviços mais utilizados, como consultas com ginecologistas e clínicos gerais, são gratuitos, financiados pelo sindicato. Segundo Kasue, o objetivo é retornar para o frentista uma parte do valor pago por ele nas mensalidades.

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Trabalho em postos é perigoso, afirma diretor do sindicato