01reviver-20-03-12O Grupo Reviver encontra danos nas estruturas da sede depois de quase todos os finais de semanas e feriados. Os estragos envolvem toda a parte externa do local. A entidade precisa de voluntários que se disponham a vigiar o lugar nesses períodos.

 

Danos às estruturas externas do Grupo Reviver, na Vila Liane, preocupam funcionários e voluntários da entidade. As lâmpadas do lugar foram estouradas e a casinha de bonecas do parque, estragada. Também levaram o cano e a torneira do tanque e quebraram as telhas do local.

Marcos Palauro Dura trabalha na parte administrativa e afirma que os estragos ocorrem com freqüência, principalmente aos finais de semana e feriados. “Abrimos o espaço para toda a comunidade no ano passado, não há motivos para destruírem o local”, argumenta a assistente social do Reviver, Cláudia Maria Hey.

Ela diz que quem invade o espaço, geralmente, tem a intenção de só danificar e não de roubar. A professora de artes do Reviver, Priscila Heldt, conta que estragaram a casinha de bonecas aos poucos. Outros brinquedos, como o balanço, também permanecem quebrados no parque.

“A entidade é sempre quem paga pelos prejuízos, mas as lâmpadas de fora, por exemplo, já desistimos de trocar”, afirma a assistente social. O Reviver conta com alarme, que protege apenas os espaços internos da entidade. A instalação de câmeras foi descartada, pois quebrariam logo nos primeiros dias, estima-se.

A entidade não sabe dizer quem exatamente comete os atos e nunca flagrou os autores. “Precisamos de voluntários que se disponibilizem para vigiar e monitorar as instalações nos períodos mais suscetíveis”, informa Cláudia.

Entidade tenta resolver a situação

Cláudia acredita que acolher a comunidade ajuda a evitar a depredação da sede. O Reviver decidiu deixar um buraco na grade de proteção, feito pelos próprios invasores, justamente para que as crianças que moram por perto pudessem entrar e brincar nas instalações. Mesmo assim, os danos persistem.

A entidade também disponibiliza cursos para as famílias e abre o lugar para que as crianças da comunidade possam andar de bicicleta e brincar no parque à vontade. “Não nos importamos que as pessoas entrem e participem, até queremos. Mas apenas pedimos para que não danifiquem o espaço”, diz a assistente social.

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