altO Grupo Fauna e outras entidades da sociedade civil pontagrossense apresentaram, na tarde de hoje, um documento pedindo que a Conferência da Cidade fosse adiada. Na reunião, ficou definido que nesta terça-feira, 8 de dezembro, acontecerá apenas a primeira etapa da conferência, com abertura oficial e palestras. A segunda etapa será realizada no dia 9 de janeiro.

A polêmica em torno da construção do aterro da Ponta Grossa Ambiental (PGA) sai do âmbito da cidade e chega até a Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Paraná, que convocou uma audiência pública para esclarecer algumas questões sobre o empreendimento. A reunião aconteceu na Câmara Municipal de Ponta Grossa no último dia 28.

altNo dia 1 de outubro é comemorado o dia mundial do vegetarianismo e tem inicio, também, a semana internacional do vegetarianismo.

 

altDeixe seu sonho de consumo em casa para viver numa cidade de sonho”. Esse é o lema do Dia Mundial Sem Carro: um dia para a reflexão sobre maneiras de diminuir a quantidade de carros no trânsito, que geram poluição e transtornos para as pessoas.  A ação contou com o apoio da UEPG e do Grupo Fauna.

forum1-24-09-09Na última terça-feira, 22 de setembro, marcou o Dia Mundial Sem Carro. A data foi lembrada por uma mobilização no pátio do Bloco C do Campus Central da UEPG, ao meio-dia. Cerca de 50 pessoas participaram do ato promovido pelo Fórum Social em Defesa de Políticas Públicas. Uma rádio foi montada ao ar livre, e representantes da comunidade falaram sobre a importância da data.

altUma reunião extraordinária foi convocada para eleger os novos conselhos, diretor e fiscal, do Grupo Fauna de Proteção aos Animais. As eleições foram abertas e aconteceram no mesmo lugar onde a entidade faz suas reuniões periódicas. Todos os membros tiveram direito ao voto. O Grupo também conquistou lugar na diretoria para implantação da TV Comunitária em Ponta Grossa. E participará de mostra de cinema em Curitiba.

O grupo Fauna realizou na última sexta-feira, 21 de agosto, eleições para mudança de conselho diretor e conselho fiscal. A eleição contou com a participação de membros da ONG e ficaram definidos, mediante votação aberta, os nomes dos novos representantes do grupo.

A eleição havia sido convocada em reunião ordinária na quarta-feira, 19 de agosto. A nova diretoria e conselho fiscal possuem gestão de 2 anos, segundo o estatuto da ONG.

Ficou definido que a presidência será ocupada por Karina Rosires Cunha Medaglia, que é uma das fundadoras do grupo. A vice-presidência fica a cargo de Andresa Liriane Jacobs, ex- 1ª Secretária.

Os demais cargos do conselho diretor ficaram com Hercio Valdecy Molina Dias e Silvia Regina Maia, sendo 1º e 2º tesoureiros respectivamente. Isabelle Futerko, ex-presidente, foi eleita 1ª Secretária para a nova gestão e Zelinda Ferreira passou a ocupar a segunda secretaria.

Para o conselho fiscal foram eleitas Renata Ozório Iurk, Luciana Moro e Bruna Borba Dias. Entre outras funções, este conselho deve servir de base consultiva e verificar as ações da diretoria.

As cadeiras da suplência do conselho fiscal ficaram para Paulo Cesar Facin, Marli Geabre de Lima e Márcia Rodrigues da Silva. A nova diretoria assumiu o mandato no sábado, 22 de agosto.

O grupo Fauna conquistou, ainda, a cadeira para o conselho de informática na diretoria da TV Comunitária de Ponta Grossa. A assembleia sobre a implantação da TV comunitária em Ponta Grossa aconteceu no sábado à tarde.

O grupo participará também da 1ª Mostra Internacional de Cinema pelos Direitos dos Animais, que acontecerá em Curitiba, nos dias 29 e 30 de agosto, na Cinemateca (Rua. Pres. Carlos Cavalcanti, 1174).

altO Fórum Social em Defesa de Políticas Públicas e outros movimentos sociais entraram, nesta segunda feira, com nova ação contra a as obras do aterro privado da Ponta Grossa Ambiental.
O advogado Marcius Nadal Matos, que representa as entidades, protocolou a ação na Justiça Federal de Ponta Grossa. Esta é a segunda tentativa dos movimentos de impedir a continuidade das obras. A primeira liminar acabou sendo derrubada.


Segundo Matos, esta ação é mais fundamentada que a primeira. O grupo teve acesso a documentos que apontam que o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) desconsiderou dados importantes para conceder a licença prévia que liberou as obras.

Matos afirma que o processo de liberação apresenta várias fragilidades, como o fato de o Estudo de Impacto Ambiental e os Relatórios de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) não terem se tornado públicos, o que contraria a Constituição Federal.

O representante do Movimento Ética e Cidadania, que também faz parte da ação, Heleton Fonseca, espera que o grupo consiga atingir os objetivos com esta nova ação. “O que nós esperamos realmente é impedir a realização deste aterro sanitário na área em que ele está localizado, pois é uma área de preservação ambiental. Entendemos nós que vai causar um prejuízo muito grande para a natureza daquela região dos Campos Gerais”.


A primeira ação protocolada pelo grupo resultou numa liminar que suspendeu as obras no dia 23 de junho. No entanto, essa liminar foi cassada no dia 29 de julho, o que permitiu que a Ponta Grossa Ambiental (PGA) retomasse a instalação.

Fonseca lembra que as entidades têm uma outra frente de ação. O grupo também tenta impedir que o empreendimento sirva para processar o lixo de outras cidades. “Nós não queremos aqui lixo vindo de outros lugares. Nós temos que resolver o problema do nosso lixo, que não está resolvido. Importar lixo, isso é inconcebível”, completa.alt

 

 

altApresentação do novo empreendimento
gera discussão entre os presentes



altO Circo Troy/Pantanal desmontou a arena, mas deixou no local muita sujeira para ser limpa. Willian Lobo, integrante do Grupo Fauna aponta o lado positivo:
“Não sei se voltam, mas, se voltarem, o importante é que eles têm plena ciência da lei do circo e de que aqui ela é cumprida”.
Sacos de lixo, sacolas plásticas, garrafas PET e materiais de limpeza foram encontrados no local das antigas instalações do circo


Depois de duas semanas se apresentando na cidade, o circo Troy/Patanal, que no começo utilizava animais em seus espetáculos, desmontou a arena na tarde de oito de abril. No entanto, no local onde estava instalado, próximo da garagem da empresa Viação Campos Gerais (VCG), o circo deixou uma lembrança suja.

Foram encontradas sacolas plásticas, garrafas PET, materiais de limpeza, sacos de lixo, entre outros objetos. Eles estão entulhados em alguns cantos e também espalhados por toda extensão onde estava instalado o circo. De acordo com o Grupo Fauna, o circo pode ter ido embora, mas deixou um rastro para trás.

Ainda assim, o circo levou a lembrança de que em Ponta Grossa a lei 7.924, de 2004, é cumprida. Segundo o integrante do Grupo Fauna, Willian Lobo, a comunicação entre os circos fará com que os próximos já venham cientes de que aqui não se utiliza animais em apresentações.

“Com certeza eles vão falar para outros circos os problemas que encontraram aqui por usar animais, já fica um alerta para os próximos circos que pretendem se instalar na cidade”, avisa Willian.

Segundo os participantes do Fauna, o grupo não é contrário às apresentações circenses. “Nós somos contra a utilização de animais em circo”, ressalta a presidente Isabele Futerko.

Ainda está na cidade, até o dia 19, o circo Roda Brasil. Este não utiliza animais nos espetáculos, mas sim representações dos mesmos. O Grupo Fauna prestigiou o show sexta feira passada (3 de abril). “Adoramos o show, espetáculo muito lindo com representações de animais”.

Integrantes do Grupo Fauna exibiram o documentário 'A Carne é Fraca', nesta sexta-feira (14), no Colégio Estadual Júlio Teodorico. Cerca de 40 alunos do Curso Técnico em Turismo tiveram a oportunidade de discutir os problemas decorrentes do consumo de carne.