O atual presidente da associação do condomínio, Paulo Bendix, alega que é impossível realizar tal projeto sob as condições que a Prefeitura impõe. A administração municipal se responsabiliza pela construção se a associação de moradores ficar responsável por toda a manutenção do local.

Segundo o presidente, a entidade tem que custear a segurança, custos de eventuais reformas e se responsabilizar pela agenda dos espaços.

“É completamente inviável, não temos como arcar com esses gastos. Quase não temos caixa suficiente pra cortar a grama e manter a churrasqueira da nossa sede. É impossível pensar em aumento da mensalidade, pois perderíamos sócios e, provavelmente, a arrecadação cairia ainda mais”, afirma.

Ex-presidente da associação do residencial e um dos idealizadores do projeto em 2008, Orlando Paulino afirma que quando requisitou o espaço teria condições de mantê-lo. Em sua gestão, um modo de arrecadar fundos era o aluguel de espaços que a associação possuía dentro do condomínio para que empresas de fora fizessem campanhas publicitárias.

“As empresas faziam festinhas, divertiam as crianças e tentavam vender seus produtos para os pais. Fazíamos às vezes, para não incomodar. Também faríamos parceria com a Associação de Moradores da Vila Baronesa, que ajudaria com os custos”, conta.

Leia o Editorial: Não basta somente construir

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associação monteiro lobato

jdcarvalho5-25-05-2011

vilaliane-25-04-10As novas coberturas de ponto de ônibus na Vila Liane ainda não foram colocadas em toda a linha. Com o problema se arrastando há pelo menos dois anos, o diretor de serviços públicos da prefeitura prevê a instalação das estruturas até o mês de maio.

O Centro Municipal da Mulher Professor Mário Braga de Abreu, na Vila Liane, atende mulheres de todos os bairros da cidade de Ponta Grossa. Exames ginecológicos, mamários e papanicolau são realizados todos os dias no posto. Uma equipe de 6 médicos especialistas atende gestantes de alto risco e orienta sobre o uso de métodos contraceptivos.

O cultivo de alimentos no bairro Santa Mônica é uma atividade comum. Muitas casas contam com hortas e pomares



altLonge da Biblioteca Municipal que fica no centro da cidade os moradores do Bairro Santa Mônica encontram dificuldades quando se trata de acesso aos livros. Outras formas de leitura como jornais e revistas tornam-se ainda mais complicados, já que o bairro não conta com tais formas de literatura na região.

altAlém de carência de espaços para lazer, o bairro sofre com a falta de asfalto em vários pontos    Basta um passeio pelo bairro Santa Mônica na região nordeste de Ponta Grossa para perceber que áreas de lazer destinadas aos moradores são praticamente inexistentes. De campos de futebol a praças nada disso é encontrado no bairro que fica próximo a UTFPR.

altO time de futebol americano Ponta Grossa Tigers joga contra o Black Sharks, de Foz do Iguaçu, neste domingo, a partir das 14 horas. O jogo acontece no antigo Cefet, na avenida Monteiro Lobato, no Jardim Pitangui.

No mesmo dia, será divulgado o resultado de uma rifa promovida pelo time. O prêmio é uma moto zero quilômetro.

altSegundo o presidente da Associação de Moradores do bairro Santa Lúcia, Ariy Dias de Lima, foi enviado recentemente à Prefeitura um ofício com a solicitação de limpeza no arroio Lajeado Grande. “Fizemos o pedido verbalmente há três meses. E agora, há 15 dias, entramos com um ofício, um pedido por escrito, solicitando o serviço”, explicou Ariy, em entrevista no dia 24 de outubro.

altParte dos moradores do Santa Lúcia desconhece a situação do Lajeado Grande. Segundo Marcos Marcelo Maciel, que mora na primeira rua após a passagem das águas, isso acontece porque o arroio se localiza ao final do bairro. “Eu mesmo vou te falar a verdade: faz muito tempo que eu não olho para ele”, diz.

altO Parque Santa Lúcia é um dos bairros por onde passa o arroio Lajeado Grande. Pelo menos 14 famílias vivem próximas das margens das águas nesse local. Com a poluição, aumentam os riscos para a saúde dos moradores. E a cidade sofre com os impactos ambientais.