Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016 aborda questões ambientais

 

 

Para os católicos, o tempo da quaresma significa um período de reflexão, por isso desde 1962 a Igreja católica realiza a campanha da fraternidade. A iniciativa surgiu na comunidade de Natal (Rio Grande do Norte). Dom Sérgio Bianchi, bispo da Diocese de Ponta Grossa, afirma que a campanha é uma ação que marca a Igreja por um período do ano. “É um momento de reflexão, de conscientização da comunidade nacional por um tema”, complementa.

 

 

No ano de 2000, marcado pelo jubileu do nascimento de Jesus de Nazaré, a Igreja tomou a iniciativa de fazer uma campanha ecumênica. Ou seja, além da Igreja católica, a ação buscou envolver também igrejas evangélicas – no caso, as igrejas do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC). Esse ano, a campanha também é ecumênica. O CONIC é formado pelas igrejas Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Episcopal Anglicana do Brasil, Presbiteriana Unida do Brasil, Sirian Ortodoxa de Antioquia.

 

O arcebispo Dom Jacinto Brito afirma que a sociedade está passado por transformações e a Igreja deve acompanhá-la. “A Igreja não pode existir em função de si mesma. Não estar numa bolha e nem ficar dentro de uma redoma, vivendo como estátua. Não pode ficar isolada”, declarou.

Em Ponta Grossa, em 4 de fevereiro, a prefeitura de Ponta Grossa realizou uma audiência pública para discutir o Plano Municipal de Saneamento Básico. Segundo o diretor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Iplan), Paulo Barros, os apontamentos realizados pela comunidade dever ser avaliados e levados em conta na reavaliação do documento.