Mapa da violência revela aumento do número de mulheres brasileiras negras, como alvo da violência física e psicológica

Foto: Mariele Zanin

Assédio e abuso na infância, violência sexual, tráfico e exploração, violência por parceiro e outras formas de agressão são a realidade de muitas mulheres brasileiras. No entanto, pesquisas têm revelado desigualdades resultantes da discriminação pela raça, etnia e gênero. A diferença se comprova com o aumento, nos últimos 10 anos, de 54% no número de mulheres negras vítimas de assassinato. É o que revela o "Mapa da violência 2015: homicídio de mulheres no Brasil", produzido pela Flacso Brasil, sob a coordenação do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz.

Casos com a designer I.M.D.* mostram que gestos de violência contra a mulher negra estão inseridos no cotidiano da sociedade brasileira. De piadas à agressão física, são muitas as situações que exemplificam a realidade descrita pelo mapa da violência.

Em sua segunda edição, a campanha também recebe roupas, maquiagens e produtos de higiene

Pela segunda vez, grupo de mulheres realiza campanha destinada a público feminino carente de Ponta Grossa

Um grupo de mulheres realiza pela segunda vez a “Campanha de arrecadação de absorventes para mulheres carentes”. Os itens doados serão destinados às detentas do Presídio Hildebrando de Souza e à Associação de Promoção à Menina (Apam).

Em novembro passado, decisão do STF reconheceu o direito ao aborto até três meses de gestação

Uma decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) reacendeu, nas mais variadas esferas da sociedade brasileira, a discussão sobre um assunto que ainda gera polêmica no país: o aborto. Em 29 de novembro os juízes do STF decidiram que aborto até o terceiro mês de gestação não é crime.

Marcas que persistem: muito mais que lesões, hematomas e arranhões

A violência contra mulher vai muito além de agressões físicas, incluem também  a violência sexual e psicológica, que abalam milhares de mulheres  A violência contra mulher vai muito além de agressões físicas, incluem também a violência sexual e psicológica, que abalam milhares de mulheres


“Depois disso, perdemos completamente o respeito e, a cada discussão mínima que tínhamos, ele já me agredia, me mordendo, ou até me beliscava. E quando a briga era grande, ele me batia mesmo. Nunca chegou a machucar tanto, mas me chutava, me dava soco nos braços, na barriga. Nunca no rosto pra ninguém ver, pois ele sabia que eu nunca fui de pedir ajuda pra ninguém, sempre quis resolver sozinha”. Júlia*, 22 anos.

Grupo feminista promove debate com mulheres que buscam vaga na vida política ponta-grossense

Debate com candidatas a vereadora aconteceu no Campus Central da UEPG

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Evento leva, para o Campus Central da UEPG, discussão sobre a participação feminina na política 

O debate “Mulher pela mulher: por uma política feminista” aconteceu, no último dia 10, no auditório de Letras do Campus Central da UEPG. Nove candidatas participaram do evento organizado pelo movimento feminista Malalas.