Asfalto novo divide opiniões de moradoresMoradores reclamam de falta de segurança com o novo asfalto em Olarias.

A virada cultural teve início no sábado (27/10) no Parque Ambiental e moradores de Olarias veem o evento como uma boa opção de lazer para o final de semana.

O terreno da antiga Imcopa, fábrica de derivados de soja (depois transformada na empresa de cereais G-13), abandonado em Olarias, tornou-se local de lazer para crianças do bairro.


Apesar da indústria não estar em funcionamento, restos de telhas e pedaços de ferro continuam espalhados pelo local, o que gera perigo a quem tenta usar o espaço livre para lazer. “A gente vem brincar aqui todo dia, e apesar de ser estar sujo e bastante quebrado, minha mãe prefere que eu fique aqui dentro que andando de bicicleta na rua”, revela Fernando, uma das crianças que costuma ir ao local.

A moradora do bairro, Elisa Helena Santos, se queixa da falta de lugares para aproveitar o tempo livre. “Quando quero levar minhas crianças para brincar no fim de semana, temos que ir até o Parque Ambiental ou até a Praça Barão do Rio Branco”, reclama.


Para o presidente da associação de moradores de Olarias, José Joel, espaços como o antigo terreno da Imcopa seriam ideais para a construção de praças.
“Como nosso postinho de saúde é alugado, nos locais vazios poderíamos construir um novo posto, além de um complexo com quadras esportivas e academia de ginástica”, afirma.


Desativado desde 2007, o terreno da antiga indústria fica na Rua José Joaquim Seabra e ocupa um espaço de 24 mil m².


O local é propriedade de 13 agricultores e pecuaristas da cidade, e por este motivo, não pode ser utilizado para fins públicos.


Até o fechamento desta matéria, o grupo G-13 não havia entrado em contato com a equipe do Portal Comunitário.

Próximo Bloco: Projeto de lago em Olarias gera expectativas

Sem opções de lazer, moradores do bairro de Olarias em Ponta Grossa se mostram descontentes com a falta de opções de lazer no local.

Em 2004, iniciou-se o projeto de construção do lago de Olarias, o que seria um parque como opção de lazer para os moradores da região. Para colocar o projeto em prática, toda a área já foi desapropriada, inclusive o seu entorno. Nestes nove anos de espera, mesmo com investimento, as obras continuam inacabadas.