O Sindicato de Empregados e Entidades Culturais, Recreativas, de Assistência Social e Formação e Orientação Profissional (Senalba) existe há 48 anos em Ponta Grossa. Desde sua criação, os funcionários da entidade concordam que o principal problema é a insegurança dos trabalhadores em recorrer ao sindicato. “Eles tem medo de serem demitidos se ocorrer a filiação”, diz Eliane Braune, secretária do Senalba há 10 anos. Porém, muitos chefes incentivam a filiação de seus empregados. Um exemplo disso são os funcionários do SESC.

 

 

De um lado, a crença na insegurança dos trabalhadores. Do outro, o incentivo do patronato à filiação. O fato é que a falta de divulgação nas empresas e o sistema instável de comunicação entre sindicato e trabalhador cooperam para que nem um, nem outro, se entendam.

São quase dois mil funcionários representados para 343 associados na cidade. O número de contemplados não consegue ser expressivo diante do total de trabalhadores na categoria. Reuniões com os empresários, palestras dentro das empresas e divulgação online poderiam ser alternativas para suprir a falta de informação entre ambos os lados. Seriam mais associados e, consequentemente, mais trabalhadores amparados e conscientes de seus direitos.

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Pioneirismo do Senalba torna-se referência no Brasil