altQuem passa pelos arredores do Campus Central da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) percebe o número de bares e de trailers de lanche. Nas segundas-feiras, além dos estabelecimentos, é possível notar a sujeira que fica depositada nas ruas e próximo das casas.

Os copos e sacolas plásticas incomodam os vizinhos e aqueles que passam por ali.

A fiscal de limpeza Fátima de França Martinelli trabalha há 18 anos com a empresa Ponta Grossa Ambiental e alerta que o problema já foi notificado.

De acordo com a fiscal, ela e representantes da prefeitura já conversaram com os proprietários e alertaram para a verdadeira função das varredeiras.

Fátima explica que as responsáveis por recolher o lixo das ruas são para conservação da cidade, ou seja, retirar as muitas folhas que caem e eventuais lixos que acabam sendo depositados. Entretanto a quantidade excessiva de lixo jogada nas ruas por causa dos pontos comerciais não é de responsabilidade da empresa de concessão da prefeitura.

A fiscal explica que as duas funcionárias que fazem a limpeza nas redondezas chegam a gastar duas horas para limpar apenas as quadras em torno da UEPG. Enquanto isso, as outras ruas não dão conta de serem limpas.

Alguns estabelecimentos, localizados na avenida München, já se conscientizaram e são responsáveis por tirar o próprio lixo. “Estes bares já juntam suas garrafas de vidro e os copos e deixam tudo pronto só para o caminhão de lixo levar. Então, essa é a obrigação de cada bar e de cada casa de lanche”, destaca Fátima.

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