Na última quinta-feira (28/11), o SindServ realizou uma assembleia geral com os servidores da saúde para deliberar sobre uma paralisação. O motivo do ato seria devido o Governo não ter apresentado uma proposta de data para o início do pagamento do adicional de 25% e nem da aprovação da modificação na lei 10.738.

 

 Entretanto, na quarta-feira (27/11) , o Governo enviou ao sindicato uma proposta de data, para que o projeto seja votado ainda esse ano e valendo a partir de março de 2014.

Com isso, a discussão da assembleia modificou e se tornou sobre o aceitamento da proposta pelos servidores da saúde ou preferência de paralisação.

“A categoria entendeu que até o dia 11 de dezembro, que seria o dia da última sessão da câmara, dá para acreditar que mandem o projeto e que seja votado e aprovado, porque uma vez aprovado ele regulamenta a lei e gera o direito para os servidores”, explica o representante do SindServ, Roberto Ferensovicz.

Representantes da prefeitura estiveram presentes para responder possíveis dúvidas. A mais polêmica foi sobre o porquê do início do pagamento dos 25% ser em março e não em janeiro.
De acordo com o governo, não há condições financeiras para que o pagamento seja feito antes, pois os recursos utilizados serão o IPTU e outros que ainda estão em análise.

Para a servidora do Pronto Socorro, Daiane Capeller, não será necessário entrar em greve. “Caso ocorra greve a população sai prejudicada porque é o único hospital porta aberta aqui em Ponta Grossa. Ponta Grossa tem mais de 300 mil habitantes, então se você ficar uma hora ali na frente, você vai ver no mínimo dez vezes o SAMU deixando gente aqui”, conclui.

Arquivo Comunitário: 10/10/2013 - Aumento salarial não atende totalmente as revindicações dos agentes de saúde