Crise é considerada a responsável pela queda no número de vagas oferecido em 2016

Apesar da alta procura, o número de vagas oferecidas pela Agência do Trabalhador caiu 22% em 2016 na comparação com o ano passado (Foto: Douglas Kahl)

 

A crise que atinge o Brasil alcançou a oferta de empregos de Ponta Grossa. Segundo dados da Agência do Trabalhador, se compararmos com 2015, o número de vagas em 2016 teve uma redução de aproximadamente 22%. A queda verificada supera o índice nacional.

Andres Maldonado, natural da Colômbia, enquanto pratica malabarismo no semáforo em frente à universidade

A presença de falantes de outras línguas tem se tornado constante no Centro da cidade. No comércio, se estabelecem em pontos fixos ou como vendedores ambulantes. Existem também aqueles que, por hobby, apenas passam brevemente por aqui. Com visto ou irregulares no Brasil, Ponta Grossa ganhou uma nova cara nos últimos meses.

Fila para inscrição no curso de Manicure e Pedicure na entrada do prédio do Serviço de Obras Sociais
Fila para inscrição do curso de Manicure e Pedicure na sede do SOS

 

O Serviço de Obras Sociais (SOS) recebe, no dia primeiro de setembro, as inscrições para o curso de cabeleireiro. Atualmente, a entidade possui mais de 20 turmas de capacitação profissional, que são oferecidas gratuitamente. Entre as áreas contempladas, estão Maquiagem, Costura Industrial, Pintura em Tecido, Bonecas de Pano entre outras.

Embora o setor do comércio seja o mais afetado pela crise, indústria também sofre impactos da crise

Poucos dias antes de encerrar as atividades em 2015, a Agência do Trabalhador de Ponta confirmou a queda do número vagas disponibilizadas neste ano. Em 2014, foram oferecidos, aproximadamente, 3400 postos a mais, dado que representa uma queda de aproximadamente 35% em 2015.

Com uma série de direitos e regulamentações inexistente, o serviço de moto-frete é visto pelos próprios motoboys como ‘profissão perigo’